A Prefeitura de Campestre está retomando o trabalho de Educação Patrimonial que já foi realizado já a alguns anos nas escolas. Os trabalhos tiveram início no mês de agosto de 2018 quando todos os alunos estudaram o tema em sala de aula.

Todo o material utilizado em sala de aula faz parte do projeto “Campestre: nossas memórias... nossa herança” e é resultado de uma ampla pesquisa realizada pela Coordenadora Municipal de Cultura, Regiane Leal do Prado Miyamoto, no setor de Patrimônio Cultural da Secretaria Municipal de Educação.

O objetivo do projeto é salientar como a educação patrimonial se faz necessária no currículo escolar, desde as séries iniciais, pois o aluno/sociedade conseguirá assim, auxiliar na construção de uma sociedade mais participativa, no que se refere à questões patrimoniais da sua cidade, bem como entender que também é um agente produtor da história. O projeto é piloto e será expandido para as demais escolas do município ao longo do tempo, inclusive as escolas estaduais. Inicialmente optou-se pela implantação do projeto no ensino fundamental, e foi desenvolvido com os alunos dos 4º e 5º anos, com a intenção de despertar, num primeiro contato, a curiosidade dos alunos com relação ao tema. Em sala de aula percebeu-se que quando indagados sobre o assunto, os alunos se mostraram bastante interessados, porém a maioria não possui maiores entendimentos sobre o tema. Foram utilizados folders explicativos confeccionados pelo próprio setor de Patrimônio Cultural, slides, palestras, visitas e apresentação do grupo folclórico de “Caiapós”, como forma de aproximar e apropriar o aluno do seu patrimônio e da história da cidade. Os resultados foram percebidos a cada intervenção e relatos dos alunos em conversas, nas quais eles conseguem compreender o contexto da cidade quando as edificações - hoje consideradas bens - foram construídas e o porquê hoje estes bens são considerados patrimônio, bem como sua importância para a cidade.

Considerando que o trabalho está em andamento observou-se que a educação patrimonial colabora na formação não só dos alunos, mas dos professores, fazendo com que se tornem sujeitos conscientes e atentos nas questões ligadas ao meio onde vivem.

 

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